Intervenção de Paulo Pinheiro

XXIII Congresso Nacional da JSD

XXIII Congresso Nacional

Moções levadas pela JSD Odivelas

Natal na ChikiGentil

JSD Solidária

17 de dezembro de 2014

Intervenção JSD Odivelas no Congresso Nacional

A JSD Odivelas esteve presente no XXIII Congresso Nacional da JSD em Braga, com uma excelente representação de delegados e observadores, num total de 10 membros da comissão política.

Foi eleito como presidente da CPN da JSD o companheiro Simão Ribeiro.

A todos os delegados de Odivelas os parabéns pela participação e por terem tão bem defendido as 3 propostas políticas sectoriais elaboradas pela concelhia : "Educar para o futuro" cuja 1 subscritora foi Carla Marcelino e apresentada por Rodolfo Cardoso, "Portugal a pedalar", subscrita e apresentada por Daniela Duarte e "Defesa do Instituto de Odivelas", subscrita e apresentada por Filipe Sanches.

Congratulamo-nos pela aprovação das 2 primeiras propostas, que entendemos ir de encontro a reformas importantes nas áreas da educação e hábitos de vida saudável, que a JSD não poderá deixar de defender. 

Infelizmente, a proposta de defesa do Instituto de Odivelas não foi aprovada pelo congresso nacional. Sabíamos desde o início que a nossa posição não seria fácil, desde logo, pelo facto de implicar uma posição contrária à do governo PSD. Mas estamos convictos de que fizemos todos os possíveis para que esta instituição nacional não se extinga, e continuaremos a prestar o nosso apoio público aos movimentos nacionais e locais que vão de encontro àquilo que defendemos e acreditamos.

Convictos da nossa forma de estar e de fazer política, saímos deste XXIII Congresso Nacional da JSD com um renovado espírito de união, companheirismo, energia e defesa intransigente do mérito, do trabalho e da análise crítica, características que já são a marca da JSD Odivelas. Este Congresso foi prova disso mesmo, e da forma como ao contrário de muitos, concretizamos os valores que defendemos.

16 de dezembro de 2014

Próximas Assembleias de Freguesia

A JSD Odivelas mantém o seu rigor e exigência, tendo criando um grupo de trabalho com os jovens Autarcas do Concelho, permitindo maior partilha de informação e conhecimento entre autarcas de cada uma das freguesias, partilha de ideias e elaboração de documentos. 

Durante o mês de dezembro decorrerão as seguintes assembleias de freguesia: 

AF da União de Freguesias Pontinha/ Famões dia 16 de dezembro às 21h00 em Famões.

AF da União de Freguesias Ramada/ Caneças dia 17 dezembro às 21h00 na Ramada.

AF da Freguesia de Odivelas dia 29 dezembro em Odivelas (data prevista).




15 de dezembro de 2014

Intervenção de Paulo Pinheiro no XXIII Congresso Nacional da JSD

Paulo Pinheiro dirigiu-se ao Congresso Nacional, pela última vez, na qualidade de militante da JSD.
Num discurso que marcou o Congresso, agradeceu àqueles que com ele trabalharam e deixou uma forte mensagem aos militantes, destacando as virtudes que estes devem procurar alcançar e pôr em prática na política.

13 de dezembro de 2014

XXIII Congresso Nacional da JSD


Decorre neste momento o segundo dia dos trabalhos no Congresso Nacional da JSD. Neste congresso repleto de importância, não só pela situação atual do país, mas pela próprio potencial de redefinição de rumo para a nossa Juventude Partidária, a mensagem forte é "Regresso ou Futuro?".
Os trabalhos decorrem mornos, dentro de uma normalidade expectável.
Durante a manhã, tivemos oportunidade de apresentar as 3 moções que submetemos a este congresso. Aqui ficam os vídeos das propostas da Concelhia de Odivelas:

10 de dezembro de 2014

Afinal, o que queremos da Justiça?

Uma das afirmações que parece estar na moda nos dias de hoje, é a de que as pessoas estão menos tolerantes à corrupção, à actividade económico-criminosa e à impunidade da classe política. Se é verdade que nos últimos anos muitos casos tornados públicos se manifestaram neste sentido, com veementes posições de uma população inconformada e exigente, é verdade também que só o facto de tantos opinarem sobre a condução dos processos e a resolução dos casos, como se deles tivessem conhecimento, só por si, já politiza a justiça. 

O facto de sermos cidadãos exigentes e de termos um acesso incomparável hoje à informação e à divulgação de opinião pessoal torna-nos também agentes activos da justiça. A pressão social sobre a condução, a interpretação e a aplicação do direito, pode não ter influência directa - e assim se espera - na resolução dos casos judiciais concretos, mas tem certamente um impacto a longo prazo na transformação da justiça, como uma realidade global.

Naturalmente que os seus intervenientes devem agir de forma isenta, não corruptível por elementos externos à sua actividade e não politizada. Devem decidir com base na lei e punir em função da responsabilidade concreta de cada um. Mas também é verdade que a justiça tem um papel social, é um dos pilares fundamentais do Estado de Direito e confere a segurança necessária às pessoas e às empresas para que possam agir e ser defendidas. É nesse sentido, sem dúvida, um instrumento político. Um instrumento de condução da sociedade, de defesa dos seus direitos e de aplicação do modelo de sociedade que queremos ter. 

Portanto, quando se afirma que a justiça não se pode influenciar pela opinião pública, deve manter-se resguardada no seu castelo técnico e a-político, embora sendo verdade para a resolução dos casos,  na realidade, não esgota o papel que tem desempenhado, especialmente nos últimos anos. 

Se o que defendemos é uma justiça activa, interveniente, influenciada ideologicamente e condutora de determinadas políticas sociais e económicas, não podemos depois espantar-nos com o peso político de determinadas decisões jurisdicionais, nomeadamente do Tribunal Constitucional, ou da condução de determinados processos judiciais mediáticos e altamente influenciados pela simpatia pessoal de Procuradores Gerais da República, ou de outros intervenientes.

Todavia, constata-se que o contrário - ou seja, uma justiça absolutamente separada do poder político - não é possível defender. Não existe, simplesmente.

Desde logo, porque para além da politização da justiça constitucional, pelo exercício "pessoal" de determinados cargos chave no seio da justiça, e da inevitável mediatização social e jornalística de alguns processos, partimos de um princípio inegável: são os legisladores, eleitos com legitimidade democrática directa pelo povo quem produz e aprova a legislação que é aplicada pelos agentes da justiça, legislação e constituição essas que têm necessariamente que conter uma carga ideológica e um programa político.

Em suma, tudo isto significa o seguinte: podemos e devemos defender que um Estado de Direito pleno, livre e transparente para os cidadãos crie condições para que os tribunais desempenhem as suas funções de modo sério, isento e com garantia da defesa de direitos definidos pela lei, pela Constituição e pelos princípios. Contudo, é inegável que a justiça desempenha um papel de definição e conduta da sociedade, um verdadeiro papel político. É uma reflexão absolutamente objectiva, à luz dos últimos anos de decisões constitucionais e judiciais, cuja publicidade e susceptibilidade de opinião pública é altamente ampliado pela comunicação social. Por isso, não vale a pena negar a politização da justiça ou tentar disfarçá-la - o verdadeiro debate será se queremos que a mesma mantenha esse papel, e quem o deverá exercer, atento o poder imenso que o mesmo implica.




8 de dezembro de 2014

Natal na ChikiGentil

Natal sem solidariedade, não seríamos certamente a JSD Odivelas. O nosso projecto JSD Solidária que vem já de anteriores mandatos, e de sucesso marcado, mantém-se vivo. Desta feita este ano não foi diferente e a participação foi estonteante. 

A preparação desta actividade teve início a quando do convite da associação ChikiGentil, Coração Com Pernas, para nos juntarmos à sua festa de natal. 
Com sede em Lisboa, mas com diversos pontos de recolha e distribuição esta, cresceu da vontade de um grupo de voluntárias que muito queriam ajudar os mais carenciados. Após nos lançarem amavelmente o desafio, colaborámos sem hesitações. 

 Durante duas semanas todos os jovens odivelenses, familiares e amigos se mobilizaram para ajudar esta causa tendo sido recolhidos mais de 20 sacos grandes com diversos bens como roupa de criança e adulto, malas, sapatos e até mesmo duas caixas de bens alimentares. 

Foi impressionante a forma como todos quiseram ajudar e se juntaram a esta causa, estando certos que a nossa dádiva permitirá ajudar muitas famílias que cada vez mais passam por momentos difíceis. 
Inserido neste projecto, estivemos presentes posteriormente na festa de natal da associação no passado dia 6 de dezembro, onde fizemos a entrega de todos os bens aos responsáveis da associação. 




A festa foi num dos locais de recolha que se localiza no Bairro da Urmeira, na Pontinha. 

A tarde foi muito animada com um teatro e uma história da aldeia natal que cativou as crianças que soltavam largas gargalhadas até à chegada do pai natal. Nesse momento, a euforia foi grande com o culminar da entrega dos presentes. 
A tarde já longa terminou com um lanche para todos e um bom momento de convívio. 
Conviver com estas famílias e ter uma percepção de diversas realidades, torna-nos jovens mais conscientes e a cada ano que passa, ainda mais solidários. 



Pelo convite, realizado pelo António Pereira,
A todos os voluntários desta organização,
A todos os jovens que se juntaram a nós
E àqueles que abdicaram do seu tempo para estar connosco nesta tarde, 

 O nosso profundo agradecimento!


4 de dezembro de 2014

Continuamos a superar expectativas

         Nesta linha de CP’s da concelhia de Odivelas (de há cerca de 6 anos para cá) criaram-se 2 hábitos: ganhar eleições e muito trabalho. Por um lado é verdade que já são 5 eleições a ganhar com oposição interna e sempre a aumentar distâncias, mas ainda mais relevante é a tradição desta JSD Odivelas apresentar bom trabalho. E mais do que actividades e iniciativas, existem ideias, tomadas de posição e opinião política.

         Coube-nos agora a responsabilidade de manter a tradição das últimas comissões políticas, que levaram 5 moções à discussão nos últimos 2 Congressos Nacionais, incluindo uma moção que chegou à assembleia da República. Com a fasquia tão alta, não havia hipótese senão motivarmos-nos e trabalhar para corresponder aos jovens Odivelenses, especialmente aqueles que sendo militantes votam e acreditam nesta marca. 
         Panorama nacional em números: das 32 moções totais apresentadas ao congresso, 3 são da autoria da JSD Odivelas. Seria muito desejável que outras concelhias com mais militantes - e que portanto até têm direito a mais delegados - e até muitas Regionais pelo país fora, tivessem uma voz mais activa, mais a dizer e que concretizassem mais propostas que definam o rumo para as bandeiras que a JSD Nacional quer defender nos dois anos que terá à frente.
         
         Mas mais do que quantidade, acreditamos e defendemos qualidade. Apresentámos 3 moções completamente distintas, que englobam muitas das áreas tradicionais da Juventude Social Democrata mas que não deixam de ser parte da sua vocação: a Educação, a Saúde e bem estar, e a defesa de uma instituição histórica nacional.
         A moção “Educar para o Futuro” cuja primeira subscritora é a nossa presidente Carla Marcelino, debruça-se sobre a problemática que encontramos hoje do desencontro entre as competências que se adquirem no ensino, e as competências verdadeiramente requeridas no mercado de trabalho moderno. Procurámos apresentar propostas concretas nesta moção, mas mantemos a discussão em aberto sobre os moldes desta reforma, que procura capacitar os jovens quanto às escolhas da sua educação.
         A moção “Portugal a pedalar” cuja primeira subscritora é a nossa vice-presidente Daniela Duarte, debruça-se sobre o problema da obesidade, que não sendo um problema novo, não tem sido eficazmente combatido ou priorizado, continuando com proporções alarmantes. O que se propõe é uma aposta num estilo de vida mais saudável, tornando o exercício físico prático, moderado e eficaz quanto ao tempo consumido, criando uma autentica rede de “municípios saudáveis” por Portugal.
         A moção “Defesa do Instituto de Odivelas” cujo primeiro subscritor é o nosso secretário-geral Filipe Sanches, aponta um problema concreto - a da reforma dos estabelecimentos militares de ensino - e que por isso é actual e urgente. Apesar de feita por um governo de maioria PSD, não podemos concordar com uma política que reduz a escolha dos jovens em ter um ensino diferenciado, especialmente se esse ensino também representa instituições com provas dadas, com história centenária e património imaterial incalculável. 
         Em suma: mantivemos abertura para discutir temas globais, como a reforma da educação de encontro a uma modernização e adaptação ao mercado laboral actual; pensámos em alternativas para municípios com certas características que não necessariamente o nosso, mas que tornaria todo o país mais saudável; e ainda defendemos uma instituição que mais que de Odivelas é Nacional, e que representa um projecto educativo único do país cabendo-nos a todos defender. 

         Em última nota: apesar de mais uma vez termos tido lista opositora, conseguimos uma vitória tão expressiva que conseguimos mesmo inscrever os 5 delegados que concorriam como efectivos representantes da CP eleita - fruto do rateio nacional que nos atribuiu mais 1 delegado. E sendo assim, conseguimos mais uma marca muito saborosa - a de levar 6 militantes de Odivelas. O segredo? Ética, trabalho e persistência.