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31 de Outubro de 2014

1º Plenário de Militantes do Mandato 2014-2016


Decorreu na passada terça-feira (28 Outubro 2014) o 1º Plenário de Militantes, do mandato 2014-2016, da Juventude Social Democrata de Odivelas.
Este Plenário contou com a presença dos militantes da concelhia, bem como os elementos da Comissão Política e da Mesa do Plenário

    

    A presidente, Carla Marcelino, começou por prestar várias informações aos militantes presentes, destacando naturalmente as inúmeras iniciativas já realizadas pela atual comissão política. Informou também acerca das eleições para os órgãos nacionais da JSD e para a eleição dos delegados ao respetivo congresso (que irá decorrer em Braga nos dias 12, 13 e 14 de Dezembro de 2014). De seguida, a coordenadora autárquica da JSD Odivelas (Daniela Duarte) deu a conhecer aos militantes as mais recentes notícias acerca do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos autarcas da JSD Odivelas.
Durante a apresentação do programa de atividades e da análise da situação política local, houveram vários contributos e opiniões dos presentes.

A JSD Odivelas apela a todos os militantes que continuem a participar, a intervir e a contribuir, pois os plenários existem também com essa finalidade.


A JSD continua a contar contigo, pois Juntos Superamos Desafios!



29 de Outubro de 2014

4ª Edição das Odivelíadas, um sucesso!

No recente Domingo, dia 19 de Outubro de 2014, realizou-se, pela mão da JSD Odivelas, a 4ª Edição do projeto Odivelíadas, no Pavilhão da Escola Secundária da Ramada, na União de Freguesias de Ramada e Caneças.
As Odivelíadas 2014 foram um torneio de futsal realizado com o intuito de promover a prática desportiva e os hábitos de vida saudável nos jovens do nosso conselho e vêm na sequência de um projeto que é desenvolvido pela JSD Odivelas desde 2011.
O torneio, desta vez aberto a todos os jovens do Concelho e não apenas às escolas, contou com a participação de 7 equipas, onde estiveram presentes alunos e ex-alunos das várias escolas do Concelho, mas também jovens que apenas habitam no Concelho e nunca tiveram a oportunidade de nele estudar.
As Odivelíadas são, desde 2011, uma das bandeiras fundamentais da nossa estrutura no que diz respeito ao desporto e hábitos de vida saudável.
Numa sociedade cada vez mais sedentária, a JSD Odivelas acredita que esta é uma temática fundamental para os jovens hoje em dia. Pretendemos, com este projeto, realçar a importância, cada vez maior, dos modos e práticas de vida mais saudável, em especial, através da prática desportiva das gerações mais jovens.
Os grandes vencedores desta edição das Odivelíadas foram os “Os Fracos”, uma equipa que tinha na sua constituição alguns ex-alunos da Escola Secundária de Odivelas.
Nunca é demais salientar que as Odivelíadas são uma ambição antiga da JSD Odivelas para o Concelho, na perspetiva da promoção do Desporto Escolar, tendo sido apresentado já o projeto, em Assembleia Municipal, em Dezembro de 2006. Este projeto chegou inclusivamente a constar do Orçamento Municipal de 2009, sem, no entanto, ter sido alguma vez implementado pela Câmara Municipal!

Ainda assim, com muito menos capacidade económica e seguindo a prerrogativa que diz que “quando os outros não fazem, fazemos nós”, as Odivelíadas são um projeto que continua a realizar-se, anualmente, em Odivelas, a afirmar-se no panorama local e a ser hoje uma realidade no Concelho muito fruto do nosso trabalho, do trabalho da JSD Odivelas!

27 de Outubro de 2014

Amanhã Plenário de Militantes


Amanhã será realizado o 1º plenário de militantes deste mandato da JSD Odivelas.

Apelamos à participação dos militantes da JSD Odivelas, naquele que é o órgão de participação de todos os militantes.

A Convocatória saiu no dia 15 de outubro em Povo Livre:

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos Regulamentos aplicáveis, convoca-se os militantes da Concelhia de Odivelas, para reunirem em Plenário às 21:15h do dia 28 de Outubro de 2014, (Terça-feira), na sede de secção do PSD Odivelas, sita na Rua Alfredo Roque Gameiro n.º 11 C/V Direita com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Informações; 
2 - Análise da situação política; 
3 - Apresentação do programa de actividades para o primeiro trimestre; 
4 - Outros assuntos.

Contamos sempre contigo!
JSD Odivelas

24 de Outubro de 2014

O que é o Ébola?

Ébola, é o nome comum dado à doença rara mas mortal (letalidade de 25% a 90%) causada pela infecção por vírus Ébola. Da família dos vírus Filoviridae, é um dos causadores das febres hemorrágicas virais e tem 5 estirpes conhecidas nomeadas pelo local onde foi feita a primeira descoberta (Zaire ebolavirus, Sudan ebolavirus, Tai Forest ebolavirus, Bundibugyo ebolavirus e Reston ebolavirus).

A história e os números
O vírus do Ébola é encontrado em alguns países africanos em reservatórios naturais, e foi descoberto pela primeira vez em 1976 no antigo Zaire (actualmente República Democrática do Congo) perto do rio Ébola ao qual deve o nome. Desde aí, alguns surtos foram detectados esporadicamente na África Subsariana. A epidemia de 2014 na África Ocidental é o maior surto já registado deste vírus tendo causado até 19 de Outubro, 9936 doentes e 4877 mortes. Os países afectados de momento são a Serra Leoa, Guiné-Conacri e Liberia, Espanha e Estados Unidos. A Nigéria e o Senegal também foram afectados, mas considerados entretanto livres do surto. 
Existe concomitantemente um surto não relacionado na República Democrática do Congo. 

Existem dois modos de propagação da doença. A transmissão por exposição primária envolve a presença numa zona endémica do vírus Ébola e apesar de não haver certezas, baseado na evidência e na natureza de vírus similares, pensa-se que o reservatório natural do vírus sejam os morcegos da fruta (Pteropodidae). Os primatas e outros animais comem a fruta caída das árvores e previamente infectada pela mordida dos morcegos. Depois de infectados, existe nos primatas uma multiplicação rápida do vírus que se não for acompanhada por uma resposta capaz do sistema imunitário poderá ser mortal.
A exposição secundária envolve transmissão de primatas para seres humanos, ou transmissão homem-homem.
Um método comum de transmissão na África Ocidental são os rituais funerários que envolvem contacto com o corpo de vítimas mortais. Também especialmente expostos, estão os prestadores de cuidados de saúde que manuseiam directamente fluídos de doentes e materiais médicos contaminados. A propagação da epidemia tem tido como base estes métodos de transmissão. No resto do mundo, até à data, só se verificaram casos importados de zonas endémicas a propagação é menor devido à capacidade de resposta dos serviços de saúde.

O risco para Portugal é, de momento, baixo, e assenta essencialmente na possibilidade de uma pessoa doente viajar para o país. Nesse caso, importa cortar a cadeia de transmissão e evitar casos secundarios.


Sintomas e o modo de contágio

As manifestações do vírus dependem do estádio em que a doença se encontra. O tempo de incubação, vai de 2 a 21 dias (tempo médio 8-10 dias), altura em que o doente está infectado, mas não apresenta sintomas nem é contagioso.

Após esse período, começam as primeiras manifestações que vão desde a febre, fraqueza e mal estar geral às mialgias, cefaleias e dores de garganta. Só após o aparecimento destes sintomas, o doente é contagioso. Estes podem evoluir para vómitos, diarreia, erupções cutâneas, hemorragias internas e externas, e mais tarde, levar à falência de múltiplos órgãos (rins, fígado), alterações de consciência e compromisso cardiovascular.

O contágio é feito por contacto directo com doentes infectados através de brechas na pele, contacto de mucosas, secreções e fluídos corporais (fezes, urina, saliva, sémen). O contágio pode também ocorrer através de contacto com superfícies que estejam contaminadas ou roupa, lençóis, agulhas e outro material médico.
O vírus não se transmite por via aérea.

Tratamento

De momento, não existe tratamento específico para o Ébola, nem vacinas comercialmente disponíveis. 
O tratamento consiste primariamente em medidas de suporte intensivo que incluem medidas de rehidratação e administração de electrólitos, sendo fundamental manter a barreira entre cuidador e doente.

Porque a origem do Ébola não é totalmente conhecida, a prevenção para os casos de transmissão primária é dificultada. Educação das comunidades em risco, especialmente treino e prática dos prestadores de serviços médicos pode ajudar a reduzir o numero de transmissões secundárias de pessoa a pessoa.

20 de Outubro de 2014

Sistema Eleitoral

Após terem decorrido as eleições primárias no Partido Socialista, muita tinta tem corrido no sentido de tentar trazer o Partido Social Democrata à berlinda nesta matéria. É possível que o PS tenha tomado esta opção, das eleições primárias para a escolha do seu candidato a primeiro-ministro, tendo por base uma estratégia eleitoralista e não por princípios ideológicos ou democráticos. Mas estas eleições primárias, que serviram para o principal partido da oposição escolher o seu candidato a primeiro-ministro, surgem numa altura em que muito se tem falado na necessidade de maior abertura das organizações partidárias e de um crescente envolvimento dos cidadãos nas decisões dos partidos políticos. Efetivamente, nas primárias do PS votaram cerca de 177.000 pessoas, entre militantes e simpatizantes, dos quais cerca de dois terços escolheram, como candidato a primeiro-ministro, o atual presidente da câmara de Lisboa António Costa.
As eleições primárias são eleições que servem para escolher o candidato (ou cabeça de lista) de um determinado partido às eleições presidenciais, legislativas ou até autárquicas. Nas eleições primárias, todos os cidadãos, mediante os critérios definidos pelo partido, podem votar, sendo ou não militantes desse partido. Mas no atual sistema eleitoral português, numas eleições legislativas os eleitores não votam no primeiro-ministro A ou B, votam sim, para a constituição da Assembleia da República (sendo que os deputados irão representar todo o país e não os círculos pelos quais são eleitos) e no partido que consideram que deve ser chamado para o governo ou no que pensam que melhor os representa, sendo que a formação de um governo se processa do seguinte modo: Após as eleições para a Assembleia da República, o Presidente da República ouve todos os partidos que elegeram deputados à Assembleia e, tendo em conta os resultados das eleições legislativas, convida uma pessoa para formar Governo.

A eventual criação de círculos uninominais, fosse para a eleição de deputados nacionais ou municipais, poderia representar uma maior proximidade entre o eleito e o eleitor. Uma eventual derrota do candidato, poderia também “responsabilizar” o partido pela escolha desacertada e, tendencialmente, começariam a existir verdadeiras primárias dentro dos partidos para a escolha de candidatos vencedores, pois um partido cujos candidatos fossem escolhidos em primárias abertas a todo o cidadão eleitor, ganharia um enorme “lastro” e capital de credibilidade. Os candidatos a candidatos deixariam de falar maioritariamente para dentro do partido e passariam a falar mais para fora do mesmo, para a sociedade civil, tentando ir ao encontro dos interesses do cidadão comum. Por princípio, a sua legitimidade seria mais consistente, pois estes eram pré-sufragados pelos mesmos eleitores que mais tarde os iriam eleger.
Mas a alteração fundamental para um regime de círculos uninominais, seria conferir maior capacidade de escolha aos eleitores, não só na própria eleição, mas na escolha dos próprios candidatos por via de eventuais primárias e, sobretudo, a capacidade de poder à posteriori “penalizar/responsabilizar” quem elegeu.
Este tema, das eleições primárias e/ou do sistema eleitoral proporcional vs uninominal, deveria ser alvo de um profundo debate em Portugal, liderado pelos partidos!
Esta é uma realidade que convém ao PSD analisar internamente, não descurando a certeza de que as primárias passaram a ser uma realidade na vida política Portuguesa e as quais os Portugueses acompanharam bem de perto. Teremos quesaber dar resposta, na altura devida, aos anseios dos portugueses e terão que ser feitas escolhas (a democracia exige-as), sobre as quais o eleitorado se pronunciará.
É certo que todos os sistemas eleitorais têm vantagens e inconvenientes, nem o uninominal é perfeito, nem o proporcional é desprovido de sentido.
Mas poderá ser esta a tão aguardada reforma do sistema político Português e, o primeiro passo para uma profunda mudança do mesmo?
Ajudará os partidos a “recuperar” os valores republicanos e a reformarem a sua forma de funcionamento e aproximarem dos eleitores?
Veremos…

15 de Outubro de 2014

Ser do contra… só porque sim!

Ainda na “ressaca” das eleições primárias realizadas pelo Partido Socialista no passado dia 28 de Setembro, António Costa, futuro secretário-geral do PS veio a público revelar que o seu partido iria, novamente, votar contra o orçamento de estado para 2015… só porque sim!
Ainda antes de ter tido acesso ao documento final do orçamento de estado para 2015, que irá ser levado a votação na Assembleia da República num futuro próximo, o futuro secretário-geral do partido de centro-esquerda, deixou “escapar” para a comunicação social que o seu partido iria, muito provavelmente, voltar a chumbar o orçamento de estado.
Mais uma vez fica aqui demonstrado o enorme sentido de estado e de responsabilidade do Partido Socialista que, para além de nada de novo e relevante apresentar para Portugal, tenta ainda estancar as medidas apresentadas pelo atual Governo, numa tentativa populista de chegar ao poder e conquistar votos através de um ato que apenas contribui para estagnar a economia portuguesa e o crescimento do País.
Parece que os nossos “amigos” de centro-esquerda não percebem (ou não querem perceber) que estes jogos políticos e este tipo de “politiquice” do ser do contra só porque são oposição, em nada ajuda Portugal nem os portugueses.
Desta vez, a justificação foi que o orçamento de estado recentemente apresentado, seguia as mesmas linhas e tinha as mesmas lacunas que o orçamento anterior. No entanto, quando confrontados pelo Governo e pelos partidos da maioria, para contribuírem de forma ativa para a elaboração do mesmo, e até quando interpelados no sentido de apresentarem medidas concretas ao País, os Socialistas continuam a alienar-se da sua responsabilidade, enquanto principal força política da oposição, sobrepondo sempre os seus interesses aos interesses do País.
Este PS desprovido de argumentação, de contraposição de ideias e de justificações plausíveis, parece continuar meio “perdido” e um bocado ao sabor da “maré”, esperando apenas pelos erros do atual Governo para os criticar e não para os corrigir ou evitar. Tentam assim alcançar votos e, com isto, a vitória nas próximas Legislativas sem tomar qualquer tipo de posição que beneficie o País.
Com a mudança de candidato do Partido Socialista a Primeiro-Ministro de Portugal e a eminente mudança de secretário-geral, nada se alterou na postura deste partido que continua a não acrescentar nada de positivo a Portugal e continua a seguir as mesmas linhas políticas e de pensamento que se baseiam na doutrina do, ser do contra… só porque sim!
Se, por acaso, for António Costa o futuro Primeiro-Ministro de Portugal, não auguro nada de muito diferente daquilo que têm sido os anteriores Governos Socialistas (que recentemente nos levaram ao terceiro pedido de ajuda financeira externa), com as suas políticas do “dar tudo o que têm e o que não têm” apenas para cair nas “graças” do povo, não prevenindo o bem-estar das gerações futuras, e muito menos auguro um futuro promissor e algo de positivo para o nosso País…

13 de Outubro de 2014

A verdade dos factos

No dia em que se discute a aprovação do OE para 2015 pelo Conselho de Ministros, se conclui pela manutenção das posições concertadas da coligação e pela vinculação do CDS às decisões de um governo que eventualmente não lhe convém na próxima disputa eleitoral. Em diversos momentos da legislatura, o líder do CDS demonstrou a volatilidade da sua responsabilidade governativa, ora colocando tudo em causa para benefício da conquista de eleitorado, ora apressando-se a dar sinais de compromisso com o governo. A verdade é que a coligação sobreviveu à aprovação do OE, às decisões de política fiscal e parece ter ultrapassado a primeira das últimas barreiras de fogo internas até às eleições.

Este será o primeiro dia do período de vida do OE, que se prevê vir a englobar um intenso debate político até à sua votação na Assembleia da República. E não será difícil prever o posicionamento político do PS, fiel à sua natural falta de colaboração, agravada fortemente pelo facto de este ser o último orçamento antes das legislativas, e por isso, uma oportunidade para se distanciar do governo e se aproximar da oposição.
Importa por isso, nesta fase, rever alguns factos perfeitamente esclarecedores do caminho que o governo PSD/CDS trilhou até agora, da execução orçamental e das diferenças de dados entre 2010, último ano da governação Sócrates e hoje, 2014, último ano desta legislatura.
A verdade é que, por mais que a oposição, os sindicatos ou os opinion makers com tempo de antena usem as medidas de austeridade que tiverem que ser implementadas pelo governo como um conteúdo inesgotável de material de campanha, agenda sindical ou horas a fio de discussão numa mesa redonda televisiva, a verdade, nua e crua, é que o país tem hoje menos dívida, mais exportações e mais crescimento.

A despesa pública total foi reduzida desde 2010 até 2013 em mais de 8.300 milhões de euros (ou seja 9,4%) e até final de 2014 será reduzida em 10.300 milhões de euros, ou seja, 4,9% de PIB. No final de 2014, a despesa primária (sem juros) terá diminuído mais de 12.700 milhões de euros (ou 6,4% do PIB).

O défice global, entre 2010 e 2013, foi reduzido em cerca de 8.800 milhões de euros, ou seja, em 4,9% do PIB, sendo em 2013 exatamente metade do que era em 2010. Em 2014 será reduzido em mais cerca de 1.500 milhões de euros, para 4% do PIB.
Ou seja, em 2010 (governo PS) Portugal apresentava um défice de 17 mil milhões de euros, e em 2014, 6 mil milhões de euros.

Em 2010, as exportações representavam 28% do PIB e em 2013 representavam 41% do PIB.

Estes dados objetivos não são suficientes para compreender a economia do país, é necessário ir mais longe. Mas isso não depende só do governo, depende também da necessidade urgente de que os agentes políticos compreendam a importância de afastar a demagogia do debate político e em procurar consensos nas matérias mais essenciais. Em preferir fazer crescer o país, ao invés de facilmente encontrar material demagógico para os cartazes e para os textos de opinião. A informação deve passar aos cidadãos, de forma objetiva: o país cresceu, tem menor dívida pública, menor défice e mais exportações. Incomparavelmente.